A RAIZ DA NÃO FELICIDADE

 

Todos nós nascemos com um desejo inerente de ser feliz e nossa vida, os objetivos, tudo se resume à busca da felicidade, do que nos faz feliz.
Este é o caminho da alma, de nossa essência. Assumimos karmas antes de nascer que são SUPER-AÇÕES. Mas também assumimos darma, a missão. A missão não é uma obrigação. A missão é o que nos traz felicidade.

Quando entramos em contato com nossos talentos, potenciais e autorrealização é quando experimentamos inexplicável alegria e plenitude, ou seja, felicidade. O karma não é uma maldição, não é algo que estamos fadados a sofrer, mas sim o caminho de superação para abrirmos cada vez mais portas para alcançar o darma.As religiões muito falam sobre karma ou falam sobre o sofrimento ser o caminho para o céu. E não há nada de errado nisso, pois muitas vezes nos traz conforto, nos traz aceitação dos fatos como são, do equilíbrio perfeito do Universo onde não há vitimas. Algo se perdeu, não nas religiões, mas dentro de nós, se isto traz conflito.

O conflito é a raiz da não felicidade. Nada é certo ou errado em absoluto. Estes códigos éticos e morais residem dentro de nós, é individual e pode mudar de pessoa à pessoa e de momento à momento em cada pessoa. O conflito é quando nos vemos estacionados perguntando:

  • Devo fazer isso ou aquilo?
  • Será que isso vai dar certo?
  • Se fizer isso, pode acontecer isso ou aquilo...

O conflito não passa de um autoflagelo, uma forma de privar-se da felicidade. A raiz é alguma forma de não merecimento e o resultado é autopunição e punição à todos que nos amam e ao Universo que espera por nossas brilhantes realizações e alegria inspiradora.

Neste momento, do conflito, perdemos contato com a alma, que move nosso corpo e nossa mente e, conseqüentemente , com nossa felicidade, plenitude, integração com o todo. Qual a solução?

Olhar pra dentro. A meditação é a forma mais eficaz e existem diversas formas de meditar com extrema facilidade, para diferentes tipos de pessoas. 

A religião com religiosidade real pode auxiliar neste contato. Mas tudo se resume à autoconhecimento e acreditar na abundância real e inevitável em tudo que existe, como há na Natureza, como é vivenciada por pessoas felizes e bem sucedidas que devemos tomar como exemplo. Elas existem, são reais. E achar que fizeram algo de errado para estar ali não passa de uma crença infundada. Algumas sim, outras não. Tomemos exemplos positivos e investiguemos qual foi o caminho delas. Não será o nosso, mas quando algo deste caminho for ressonante com nosso desejo de alma, sentiremos isso.

Sentir e não pensar.

RE-sentimos quando entramos no conflito e nos vemos tomados por sentimentos de dúvida, de estagnação, de autojulgamento, de tristeza... 

Então podemos optar onde colocar atenção e o que sentir, sentir o novo, as conquistas.Podemos substituir pensamentos negativos, limitantes por uma imaginação positiva. 

Podemos fechar os olhos e deixar surgir a imagem ou sensação do primeiro dia tendo conseguido aquilo que mais desejamos. O que aparece, qual a rotina, qual o cenário, o que se sente? Esta é a raiz da felicidade. Esta é a meta. Os objetivos são os meios, as mazelas são os meios, as doenças e dores são os meios, nada mais. Se tudo está no lugar, a felicidade acontece.

Seguir em frente com gratidão e alegria, agir apesar do medo, trata-se de coragem. COR-AGEM = agir pelo coração. Isto é individual, não há caminho pronto. Cada um precisa descobrir o seu. Por isso autoconhecimento é a chave para a saúde, para a felicidade, para a prosperidade.

Seja pela meditação, pela religião ou por auxilio terapêutico, podemos retomar contato com nossa essência, com o que viemos realizar. Mas isto está dentro de cada um, nem sempre precisamos de ajuda. Basta começar e se transformar em benefício próprio. 

BRINCADEIRA - No momento em que você começa a enxergar a vida como uma coisa não-séria, como uma brincadeira, toda a pressão sobre o seu coração desaparece. Todo o medo da morte, da vida, do amor -- tudo desaparece. A pessoa começa a se sentir muito leve, ou quase sem peso nenhum. Tão leve ela se torna, que é capaz de voar no céu aberto.
A vida raramente é tão séria quanto acreditamos que seja, e quando reconhecemos este fato, ela responde oferecendo-nos cada vez mais oportunidades para brincar.
A mulher desta carta está celebrando a alegria de estar viva, como uma borboleta que emergiu da sua crisálida para as promessas da luz. Ela nos faz lembrar do tempo em que éramos crianças, encontrando conchas na praia ou construindo castelos na areia, sem nenhuma preocupação com ondas que pudessem vir e desmanchá-los no momento seguinte. Ela sabe que a vida é um jogo, e está desempenhando neste momento o papel de um palhaço, sem nenhum constrangimento ou pretensão. (Tarô Zen de Osho - carta 29. Brincadeira)B 

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