AMOR?

 
 
AMOR?

Achamos que amamos.

Mas o quanto ainda esperamos garantias para amar?
Se ainda não conseguimos enxergar amor em tudo o que acontece, não há capacidade real para amar. E se não há capacidade de amar, como atrair o amor?
Quando o imenso amor em tudo o que há nos invade, podem acontecer alergias, explicado pela metafísica como proteção contra invasões, contra entrantes desconhecidos.
Seria o amor um desconhecido que pretensiosamente achamos que já nos é íntimo?
Se medos e ressentimentos ainda estão lá, não há espaço para amor real. Se ainda há apego, até mesmo a antigos padrões de rejeição ou de vítima, mais do mesmo será construído por nosso imenso poder de criação.

Se até mesmo a alergia for amada, todo o amor pode aparecer, aliás, todo o amor pode ser visto, os olhos da alma se abrem.
Quando há amor, há amor a si mesmo, há amor as sombras, aos medos, ao passado que até aqui nos trouxe, há amor e fé numa nova condição de amada, querida e bem-vinda. Há amor a uma nova condição de florescimento e de confiança total na existência. De perceber novos ventos chegando, nuvens bailando sobre a cabeça e não precisar puxá-las, aguardar a chuva dourada que é inevitável. 

Se sabemos que as nuvens sempre chovem, para que saber em que momento choverão? Elas existem, formaram-se, independente de nossa ação, então, por que gastar tanta energia? Por que ainda querer controlar o que é muito maior e melhor do que nossa mente um dia poderia ser capaz de imaginar?

Tudo, tudo que couber em nossa mente é pequeno demais para nossa vida. Imaginar e desejar sim. Limitar jamais.
Ao invés de desejarmos, tempo futuro, viver um amor, talvez seja hora de viver o amor. O amor já é, já existe, já está, já pulsa. Se ele ainda não é percebido, ele jamais chegará de lugar algum.
Percebamos quanto amor há da vida por cada um de nós. Quanto recebemos, quanto somos especiais para muitas pessoas. E quanto, de fato, oferecemos. 


 

 


 

Sentir, pensar e agir em harmonia.

Nossas maiores estruturas são o corpo, o propósito e as relações.
  • Relações dentro do corpo entre suas partes e com os corpos mental, emocional, energético;
  • Relação entre seus arquétipos (aspectos de personalidade e papéis sociais);
  • Relações intra e interpessoais.
  • Fluxo em todas as áreas da vida, se retro-alimentando.

Realinhamos estes elementos, de forma sistêmica e multidimensional, para retomar o fluxo da vida e da realização.Viver como num jogo de xadrez, calculando o próximo passo, controlando e administrando reações, gera tensão e compressão.

Sentidos como dores na coluna, articulações, disfunções hormonais, ansiedade, depressão, pânico, obesidade e outros.

Através de dores físicas e emocionais e na vida material, o corpo tenta nos dizer, à todo momento, o que é necessário.

Nosso cérebro assemelha-se a um hardware que opera com softwares (programações). Desinstalamos juntos este software  e instalamos a programação atualizada.

Considerando que nosso software está instalado em rede com o todo, a transferência de dados é ininterrupta e transforma cada célula nossa em cada segundo, sofremos interferências de forma passiva e impotente várias vezes ao dia. As emoções provocam descargas, com emissão de ondas e direito a curto circuito e arquivos fantasmas, vírus e bugs variados.

Somente quando você toma conhecimento, você tem poder de intervenção.

Treine suas partes a seu favor. Está tudo dentro de você.  

Todas as realidades sonhadas/ desejadas já são reais em alguma dimensão de você.

Materializamos a realidade da dimensão que mais alimentamos.