AUTOEXPRESSÃO, O INVISÍVEL ATRAVÉS DO CORPO

 
 
Autoexpressão, o invisível através do Corpo
 

O Oriente se concentrou muito na espiritualidade e o Ocidente na materialidade. Assim somos nós. Em diferentes momentos da vida, acabamos sendo oriente ou ocidente, feminino ou masculino, yinn ou yang. O desafio é a unicidade. 


A questão é que vivemos o espírito numa experiência material, física. Negar qualquer um de nossos aspectos - biofísico, emocional, mental ou espiritual - é negar a si mesmo, é viver na superfície.

Estamos encarnados, vivemos um corpofísico complexo e high-tech, com todos os benefícios e magia do metafísico, tudo aqui dentro de nós.

Costumo ressaltar muito a importância que devemos dar ao metafísico, como caminho de cura, de plenitude, já que estamos numa cultura predominantemente racional lógica, que nos levou a muitos conflitos internos, materializados no externo - agressividade, culpa, medo, guerras, fome, injustiças...

Agora desejo fazer o caminho oposto. Assim como eu, a maioria que me lê tem uma enorme simpatia e, talvez, missão, em olhar e se conhecer metafisicamente. E, por esta linha, convido a reverenciarmos e explorarmos nosso corpo físico e nossa autoexpressão.

Osho diz que criatividade é deixar que o incognoscível se manifeste através de você. Então, criar é expressar o mais rico e belo que há em nós. Criar não é somente pintar um quadro ou escrever ou palestrar... A autoexpressão pode aparecer no modo como nos vestimos, em nosso andar, expressões faciais e corporais.

Quando entramos na senda do autoconhecimento e da busca espiritual, tendemos ao sério risco de negligenciar o corpo. Com o tempo, vamos nos conscientizando da importância de uma alimentação saudável, mas podemos muito mais.

Ainda há culpas e crenças contra o corpo físico, quando se olhando numa perspectiva espiritual. Mas são estas crenças que limitam. Apresentar-se de forma bela e atraente reflete autoamor, autocuidado e não se pode amar verdadeiramente se não houver autoamor, profundo e TOTAL.

Conseguimos até perceber que magnetismo pessoal nada tem a ver com estar num padrão estético ou combater celulites, rugas e cabelos brancos. É muito mais! É vibrar o que está dentro, deixar que essa energia transborde, o que chamamos de magnetismo.

Mas, hoje, aqui, quero mais! Quero convidá-lo(a) a AMAR SEU CORPO, como divino instrumento de manifestação e de possibilidade de compartilhar tudo o que você tem dentro, de forma visível, com todos a seu redor. Perceberá quem está em sintonia com sua vibração.

A dança é uma das formas mais naturais de permitir essa autoexpressão. E existem diversos tipos de dança, muitos tipos. A dança é a primeira forma humana de devoção ao divino, partindo do princípio que nada deixa Deus, o Criador, mais feliz que ver seus filhos celebrando a vida que receberam.

Além disso, a dança é a forma de ver se manifestar em seu corpo o que de mais belo, puro, genuíno e nobre você tem dentro de sí, o que você É, JÁ É, SEMPRE FOI.

Não existe saber ou não saber dançar. Ainda que existisse, técnica pode ser aprendida por qualquer um, basta querer. Mas minha abordagem não é pela dança profissional, mas da autoexpressão criativa. Assim como cantar, escrever, pintar...

O que é preciso pra ser um escritor? Escrever.
O que é preciso pra ser um pintor? Pintar.
O que é preciso pra ser um cantor? Cantar.
O que é preciso pra ser um dançarino? Dançar.
Dance pro espelho, em casa.
Ouse se perceber, perceber a beleza que você nega ter, nega ser.

Este é o primeiro exercício de autoexpressão: permitir-se, libertar-se da ideia de que precisa ser perfeito e aceitar a ideia do dever de ser feliz.

Ouse ver o que tem dentro de você através do seu corpo, abra mão do antigo papel, já batido e sem graça, mais que na hora de ser transformado, do que é menos que os outros. Tudo isso é medo de não conseguir ser mais. Esqueça menos e mais. 

SEJA!

 

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