Como não sabotar a felicidade, prosperidade, relacionamentos e saúde

Observemos o rio que corre para o mar. O Universo que se formou e se desenvolve a cada dia, muda, se transforma, em movimentos de contração e expansão. Assim também o fluxo do corpo. O coração, em contração e expansão, bombeia o sangue e tudo acontece a partir disto.

Desta observação percebemos que tudo o que existe - e nisto estamos inseridos - acontece em movimento e mudança. Isto se dá através de um fluxo abundante e infinito que traz recursos, nutrientes para este movimento. Isso é vida.

Nós, seres humanos, temos como grande desafio nossos corpos emocional e mental. Nossa psiquê.

Como parte do instinto de sobrevivência, está o medo de morrer. O ego interpreta cada grande transformação como morte, pois sempre morre uma personalidade, uma identidade e as crenças que a sustentam para que haja espaço para uma nova expressão no mundo diante da vida e de seus movimentos e mudanças inerentes.

A partir disto, sempre acionamos o medo de perder aquilo à que nos apegamos. Pensamos que são as pessoas, o emprego, o conforto, as posses, mas, na verdade, o que tememos perder é a segurança, a estabilidade que vem desta identidade que fica ameaçada a cada mudança.

Não é simples abrir mão de quem se é e de tudo que isso rende para ser algo que se desconhece. O argumento de que as mudanças sempre trazem o melhor nem sempre é convincente. Porque arquivamos momentos de dor de perda e esquecemos de reverenciar, abençoar e agradecer quem nos tornamos após cada um destes momentos.

Quando temos um emprego que garante segurança, uma relação que garante segurança (mesmo aquelas que não saem do platônico, que evitam o risco de ter e perder), uma doença que garante segurança (de ter atenção e justificar a inércia e o medo de ter e perder de novo), tendemos a congelar o tempo. Isto significa congelar o fluxo.

Por que o consumismo se estabeleceu tão facilmente? Porque queremos prender, aprisionar, tudo que achamos bonito. O belo é expressão do divino de quem criou. Uma joia, por exemplo, contem a expressão do divino. E, como esquecemos como absorver o belo pelo olhar, achamos que precisamos ter.

Como esquecemos que o amor é uma energia disponível e compartilhada, queremos prender o amor através de contratos e falsas garantias, como o casamento.

Deixamos de obter o máximo, o melhor, a abundância, a plenitude porque queremos prender sempre o pouco que achamos que é muito. Síndrome de escassez.

Isso se reflete também no cuidado excessivo com os filhos.Queremos prender e garantir intacta aquela nossa mais bela criação.

Assim também com clientes, amigos... Acostumamos a ver fluxo, transformação, como perda. Pensamento de escassez enraizado a muitas gerações, há eras, em toda a história da humanidade.

E nossa mente é tão poderosa - somos a única espécie do planeta dotada de Neo-cortex, a área cerebral que imagina e cria -, que criamos a cada dia "O Dia da Marmota". Ou seja, mais um dia que vamos viver tudo igual, inclusive o que nos afasta da saúde, prosperidade e relacionamentos plenos, para garantir a sobrevivência de nossa identidade.

O fluxo fica congelado. E as coisas que mais desejamos, então, ficam em stand by, esperando permissão para acontecer.

Fluxo. Esta é a palavra.

E como fazer isso?

Reverenciando nosso medo, agradecendo a ele e repetindo a visualização de nós mesmos no estado desejado. Sem ficar determinando como.

Se eu quero ser mais saudável, visualizar-me com saúde. Observar o que estou fazendo, como estou vestido, onde estou nesta imagem,

Se quero mais abundância financeira, visualizar como fico emocionalmente e as mesmas observações acima numa visualização espontânea, criativa, não é desenhada, de como fico.

Se acho que quero um relacionamento afetivo e sexual pleno e feliz, observar mesmos pontos, perceber nesta imagem criativa o que é diferente da vida atual.

Isso vai conversar com meus corpos mental e emocional, trazendo a sensação de segurança em mudar.

Antes disso é preciso reverenciar, agradecer e abençoar todas as memórias de perda suas e das historias familiares.

Agradecer você poder estar aqui graças a elas e quem você se tornou a cada etapa de superação de sua vida. Ver e sentir, perceber isso como bençãos que são.

Foi difícil? Foi.

Mas já foi.

A emoção não está mais aqui, ela é de lá. Mas, se não praticamos isto, achamos que esta emoção ainda é de agora, porque não a transmutamos, não a transformamos, interrompemos o fluxo do tempo também assim.

Basta trazer novas emoções para os fatos passados e aí sim estamos prontos prum futuro diferente e não mais de repetição ou prolongamento de uma realidade que só continua sendo real em nossas memórias.

O Universo continua em movimento, assim como a vida e nossos fluxos internos.

Não é simples, é um passo a cada dia. Todos os dias. Até que a morte nos separe (rs) deste corpo denso e desta realidade material e cheia de aventuras, mudanças, incertezas que nos levam a novos e inimagináveis patamares.

Impermanência.

Louvar a impermanência e tudo que ela nos traz, os presentes, o amor que recebemos, a saúde.

Prosperidade não tem absolutamente nada a ver com que possui; e sim com como se sente a partir do que possui. Principalmente o abstrato. É ser grato pelo que tem e não colocar foco no que não tem.

Um dos maiores erros dos trabalhos de Prosperidade, de Saúde e de Relacionamentos é achar que aceitar isso é que será o caminho. É achar que apenas ativar o magnetismo pelo corpo mental será o caminho. É achar que as emoções só atrapalham e querer se livrar delas. É a rigidez.

Existe um alicerce de segurança emocional envolvido no mecanismo da escassez e este sim é que precisa ser transformado. E, aí sim, permitimos o fluxo que nunca deixou de existir. Apenas estávamos ordenando ao seu congelamento para nossa realidade individual criada mentalmente e emocionalmente.

A visualização criativa aliada ao Ho'oponopono e práticas de limpezas de memórias emocionais e crenças limitantes e/ou terapia, rompendo as barreiras ilusórias de tempo e espaço, é que são o grande gatilho da mudança.


 

Sentir, pensar e agir em harmonia.

Nossas maiores estruturas são o corpo, o propósito e as relações.
  • Relações dentro do corpo entre suas partes e com os corpos mental, emocional, energético;
  • Relação entre seus arquétipos (aspectos de personalidade e papéis sociais);
  • Relações intra e interpessoais.
  • Fluxo em todas as áreas da vida, se retro-alimentando.

Realinhamos estes elementos, de forma sistêmica e multidimensional, para retomar o fluxo da vida e da realização.Viver como num jogo de xadrez, calculando o próximo passo, controlando e administrando reações, gera tensão e compressão.

Sentidos como dores na coluna, articulações, disfunções hormonais, ansiedade, depressão, pânico, obesidade e outros.

Através de dores físicas e emocionais e na vida material, o corpo tenta nos dizer, à todo momento, o que é necessário.

Nosso cérebro assemelha-se a um hardware que opera com softwares (programações). Desinstalamos juntos este software  e instalamos a programação atualizada.

Considerando que nosso software está instalado em rede com o todo, a transferência de dados é ininterrupta e transforma cada célula nossa em cada segundo, sofremos interferências de forma passiva e impotente várias vezes ao dia. As emoções provocam descargas, com emissão de ondas e direito a curto circuito e arquivos fantasmas, vírus e bugs variados.

Somente quando você toma conhecimento, você tem poder de intervenção.

Treine suas partes a seu favor. Está tudo dentro de você.  

Todas as realidades sonhadas/ desejadas já são reais em alguma dimensão de você.

Materializamos a realidade da dimensão que mais alimentamos.