Dar adeus também é amor

Às vezes conhecemos uma pessoa. Acontece uma empatia. Aos poucos esta empatia vai aumentando, à medida que conquista mais espaço para o desenvolvimento da relação.
E existem relações que são especialmente gostosas. Você conhece mais um pouquinho do outro e vai admirando o trabalho dele, o jeito dele lidar com os filhos, com a mãe, o jeito dele dizer até mesmo obscenidades e você saber que é com respeito e com carinho, porque existe a admiração, a amizade, a real afinidade de pano de fundo todo o tempo. E você sabe que é mútuo.
Vamos conhecendo melhor a outra pessoa, expressando uma vontade crescente de estar mais tempo junto e cada vez mais próximo, as afinidades vão se mostrando e aumentando e, muito freqüentemente, começamos a criar expectativas para esta relação.
O diálogo começa a ganhar mais significado, além das palavras. 
Se o outro diz que não vê a hora de estar comigo, eu posso interpretar "temos que marcar um encontro" e o outro estar sentindo "bem que eu gostaria que fosse possível vê-la num curto prazo".
E, muito além deste exemplo, tão rápido e facilmente como cresceram as afinidades, que conquistaram mais espaço e intimidade, começam a crescer as expectativas e, às vezes, as frustrações.

O que entendo é que as relações têm uma natureza e um prazo de validade. Não dá pra transformar doce em carne e não dá pra lutar contra a depreciação.
Muitas vezes, as frustrações se repetem e vamos insistindo, cobrando e dizendo que não conseguimos encerrar a relação por amor. Mas amor exatamente a quem e a que?
Porque no meu entendimento, se há afinidade, se há prazer em estar junto, se eu sou uma pessoa bacana e se a coisa não está acontecendo, é porque a natureza da relação e/ou o prazo de validade não estão sendo respeitados. Caso não houvesse nada fora do lugar, o natural é que o outro desejasse o mesmo que eu.

Atenção é coisa que não se cobra. Não funciona.
É humilhante para quem pede e sufocante para quem é cobrado. Posso garantir, já estive dos dois lados mais de uma vez.
Por mais que entendamos o outro, não sentimos igual e contra isso não há nada a fazer.
Da mesma forma que nos resta entender como o outro sente, creio que seja legal deixar o outro saber como nos sentimos.
As relações só avançam, elas não retrocedem. Se percebemos que estas frustrações vão se repetir, que tal compreender o outro, mas priorizar a si e se despedir com gratidão pelo que foi bacana?

Pra que esperar um fim trágico, com rancores e feiuras que tirarão o brilho de ter tido, por algum tempo, algo tão gostoso...
Eu opto pela despedida com respeito e admiração; aquela despedida que já dá saudade antecipada e que faz você, durante o dia, se perguntar se era mesmo inevitável. É sinal que o saldo ficou positivo; uma saudade que vai causar uma nostalgia cada vez que algo fizer você lembrar daquela pessoa e inspirar em você uma oração pra que Deus a proteja e que ela seja muito feliz e, quem sabe, que o acaso um dia coloque ela no caminho só pra ver como ela está.

Essa despedida deixa nosso coração limpinho, sem traumas, um campo arado pra germinar novas sementes.
Ao invés de esperar os traumas e ficar projetando novos fracassos, a gente fica cada vez mais crente nas pessoas e nas novas oportunidades e, principalmente, no amor.
Porque, de fato, já entendemos o que é amar com amor incondicional; amar quem não atendeu nossas expectativas, mas que nos fez sorrir muitas vezes, que nos disse tantas coisas encantadoras e nos fez sentir o rubi mais valioso e, bem claramente, a mulher mais maravilhosa do universo.
Que bom!
Despeço-me com amor, amor de verdade, amor pelo que o outro é, do jeito que é e amor pelo que eu desejo pra mim.
Eu sinto muito, me perdoe, eu sou grata, EU TE AMO. Namastê! 


 

Sentir, pensar e agir em harmonia.

Nossas maiores estruturas são o corpo, o propósito e as relações.
  • Relações dentro do corpo entre suas partes e com os corpos mental, emocional, energético;
  • Relação entre seus arquétipos (aspectos de personalidade e papéis sociais);
  • Relações intra e interpessoais.
  • Fluxo em todas as áreas da vida, se retro-alimentando.

Realinhamos estes elementos, de forma sistêmica e multidimensional, para retomar o fluxo da vida e da realização.Viver como num jogo de xadrez, calculando o próximo passo, controlando e administrando reações, gera tensão e compressão.

Sentidos como dores na coluna, articulações, disfunções hormonais, ansiedade, depressão, pânico, obesidade e outros.

Através de dores físicas e emocionais e na vida material, o corpo tenta nos dizer, à todo momento, o que é necessário.

Nosso cérebro assemelha-se a um hardware que opera com softwares (programações). Desinstalamos juntos este software  e instalamos a programação atualizada.

Considerando que nosso software está instalado em rede com o todo, a transferência de dados é ininterrupta e transforma cada célula nossa em cada segundo, sofremos interferências de forma passiva e impotente várias vezes ao dia. As emoções provocam descargas, com emissão de ondas e direito a curto circuito e arquivos fantasmas, vírus e bugs variados.

Somente quando você toma conhecimento, você tem poder de intervenção.

Treine suas partes a seu favor. Está tudo dentro de você.  

Todas as realidades sonhadas/ desejadas já são reais em alguma dimensão de você.

Materializamos a realidade da dimensão que mais alimentamos.