Deixando de ser quem achei que era pra ser quem sempre fui

Desapegar de pessoas, relações, expectativas já não é fácil, mas de tanto treinarmos, na tentativa de sofrer menos com expectativas não atendidas, vamos aprendendo cada dia mais um pouquinho.


Desafio maior é desapegar da identidade que assumimos, do ego, dos hábitos, das crenças.
Mais uma vez parece que tudo isso já é sabido, de tanto que ouvimos. Mas isso é um trabalho diário; orai e vigiai. Aliás, vigiai, amai, orai. Vigiai, vigiai, vigiai, amai-vos mesmo assim e orai.

Sabemos todos os padrões de familiares que não desejamos repetir. Tomar este conhecimento é super valioso. Dói é perceber que, SIM, repetimos todos eles. Com nomes diferentes, desculpas diferentes, circunstâncias diferentes, ações diferentes, mas a atitude é a mesma. E por isso incomoda tanto.

Hoje li pela manhã a proposta de uma reflexão muito boa: do que não queremos desapegar? O que realmente importa?
E, ao perceber tantos padrões repetidos, veio como uma flecha: "se eu for tudo o que desejo ser, do que vou reclamar? Se eu for tudo o que desejo ser, quem irei culpar?"

E, ao mesmo tempo que parecia ridículo, medíocre e idiota, um imenso amor e compaixão a este ser que EU SOU, que está em evolução, que aprende a cada dia, me invadiram. E, assim, veio o acolhimento e a luz "o que realmente importa?"

Esta é a grande reflexão: o que realmente importa? É aprovarmos, sermos aprovados, é que alguém venha nos dizer como somos amados e especiais? Ou é, de uma vez por todas, antes tarde do que nunca, nos amarmos tal como somos, em todas as nossas partes e singularidades, e seguirmos adiante, nos reconhecermos merecedores como sempre fomos e assumir a responsabilidade pelo único compromisso que é ser feliz? 

Nossa única missão é conosco mesmos. Nossa única missão é deixar fluir a alegria natural que há em nós, é simplesmente ser quem já somos hoje, AGORA, é criar algo com nossos dons, ainda que seja um prato saboroso, um arranjo de flores ou um hábito saudável. Ainda que seja cumprir as promessas que fizemos a nós mesmos e nos traímos tantas vezes com desculpas para não cumprir. Ainda que seja resgatar nossos sonhos e trocar a culpa por não ter feito ainda pela responsabilidade de uma nova escolha e fazer AGORA.

Quanto tempo ainda vamos esperar?
O que ainda vamos esperar?
Qual é o nosso sonho afinal?
Estamos aqui apenas para realizar sonhos! 

 


 

Sentir, pensar e agir em harmonia.

Nossas maiores estruturas são o corpo, o propósito e as relações.
  • Relações dentro do corpo entre suas partes e com os corpos mental, emocional, energético;
  • Relação entre seus arquétipos (aspectos de personalidade e papéis sociais);
  • Relações intra e interpessoais.
  • Fluxo em todas as áreas da vida, se retro-alimentando.

Realinhamos estes elementos, de forma sistêmica e multidimensional, para retomar o fluxo da vida e da realização.Viver como num jogo de xadrez, calculando o próximo passo, controlando e administrando reações, gera tensão e compressão.

Sentidos como dores na coluna, articulações, disfunções hormonais, ansiedade, depressão, pânico, obesidade e outros.

Através de dores físicas e emocionais e na vida material, o corpo tenta nos dizer, à todo momento, o que é necessário.

Nosso cérebro assemelha-se a um hardware que opera com softwares (programações). Desinstalamos juntos este software  e instalamos a programação atualizada.

Considerando que nosso software está instalado em rede com o todo, a transferência de dados é ininterrupta e transforma cada célula nossa em cada segundo, sofremos interferências de forma passiva e impotente várias vezes ao dia. As emoções provocam descargas, com emissão de ondas e direito a curto circuito e arquivos fantasmas, vírus e bugs variados.

Somente quando você toma conhecimento, você tem poder de intervenção.

Treine suas partes a seu favor. Está tudo dentro de você.  

Todas as realidades sonhadas/ desejadas já são reais em alguma dimensão de você.

Materializamos a realidade da dimensão que mais alimentamos.