MOVIMENTO TRANSFORMACIONAL HUMANO

Quando falamos em mudanças, a vida mudando, muitas vezes esta noção ainda fica restrita aos itens que compõem nossa vida, mas que não passam de meio para nossa trajetória existencial rumo a libertação de conceitos do inconsciente coletivo para a sintonização com nosso propósito divino, nossa missão – único caminho para prosperidade, felicidade e autorrealização.

Ainda superdimensionamos os meios: relacionamentos, trabalho, dinheiro. Eles são de suma importância, pois são o que nos colocam em contato com a vida terrena e viabilizam a razão de nossa existência. Apesar de sermos, essencialmente, seres espirituais, estamos numa experiência humana, num corpo físico que deve ser honrado e bem cuidado.

Até mesmo as emoções são apenas meios para fazer a ponte entre esta essência imortal e o corpo físico, suas necessidades e opções de autorrealização nele habitando.

Ainda estamos encontrando o equilíbrio desta estrutura complexa, sistêmica, que se interliga com o todo, com trocas celulares, mentais e sutis, quer queiramos, quer não.

Todas as ações de desejar eliminar alguma das partes – querer voltar pra fonte antes da hora, querer ser somente racional ou somente espiritual, materialismo ou negar a matéria – são ainda sinais de nossa imaturidade existencial.

Muitos de nós estamos sintonizados com os trânsitos de mudanças, de grandes transformações que estão acontecendo. Isto é inevitável para caminhar à uma nova ordem, sustentável não só para o planeta, mas – como caminho para a sustentabilidade coletiva – a sustentabilidade individual. Conviver com algo que acontece todos os dias – como respirar, pensar e buscar nutrição – é uma atitude inteligente.

Mas, voltando aos meios – casa, trabalho, dinheiro, relacionamentos, corpo, emoções, mente – superdimensionar ou subvalorizar são nossos antigos hábitos a que estamos sendo chamados – intimados – a rever.

Quando falamos de mudanças, ficamos refletindo apenas nos meios e é preciso sintonizar com como queremos nos sentir, com o que nos traz autorrealização, prosperidade, prazer, bem estar. Estes são os sinais de que estamos no fluxo. Os meios virão uma vez que estejamos sintonizados nestes sentimentos sublimes, em nossos valores, missão e real identidade.

Os que já estão no caminho do autoconhecimento e disponíveis para autotransformação pensarão que situações se repetem, por mais que busquem o autodesenvolvimento. Mas esta ainda é uma visão baseada nos meios. As situações voltam numa nova oitava, denotando que já houve um crescimento em espiral.

Quanto mais profunda for a disponibilidade real para grandes transformações externas – que implicarão em imensas transformações internas, a sintonização com real identidade, valores e missão – mais profunda será a transformação não somente comportamental, mas – como conseqüência – hormonal e no sistema nervoso central.

Muitos desconfortos podem advir destas transformações. Durante milhares de anos atuamos sob comando de um cérebro reptiliano que ainda está aqui. Estamos nos habituando a não querer matar quem nos desagrada (reação instintiva). Mais milhares de anos atuando sob comando de um cérebro límbico – o dos mamíferos – que nos faz ficar felizes quando nos agradam e tristinhos quando não somos atendidos (o dos bebês e dos cachorros, para entendermos melhor).

Temos relativamente pouco tempo sob comando no neo-cortex, que traz habilidade de nos mantermos centrados em nós mesmos, sem nos perdermos nos furacões emocionais circunstanciais; de agirmos ao invés de reagirmos em coerência ao nosso caminho e não aos desejos momentâneos.

 Na verdade trata-se de adaptações para uma futura mutação da humanidade que já está em processo, como sempre esteve. O processo evolutivo não para. Ninguém perguntou ao homo sapiens se ele desejava se transformar em homo sapiens sapiens.

Muitas vezes, claro, milhares, esta transformação foi dolorosa e desconfortável. E cá estamos na nossa parte do trabalhinho evolutivo para gerações, talvez daqui a centenas de anos – talvez não, talvez muito mais rápido, visto a aceleração em que as mudanças estão se demonstrando em varias áreas da vida e do mundo – seguintes (quem sabe cá estaremos de volta...) viverem a tal vida diferente de que tanto falamos.

Buscamos não por que somos brilhantes e coitados por estarmos passando por tudo isso para não colher os resultados. Buscamos porque a Terra, o Universo, uma Ordem maior e sábia nos empurram, gerando este clamor interno que nos impulsiona, mesmo quando dói, a mudar dentro para ver mudanças no mundo.

Somos convidados a amadurecer de uma vez por todas e saber que não estamos loucos, estamos é nos adaptando a um novo – nem tão novo assim, mas se transformando ininterruptamente – sistema nervoso central.

Sintomas como fortes dores de cabeça, coluna, dores musculares, estados depressivos profundos com causa desconhecida e momentâneos, insociabilidade, baixa de sistema imunológico e outros podem estar ocorrendo por estas transformações.

Mas saiba: tudo não passa de sua divina vontade. A vontade de sua mente que sabe e não da mente que pensa. Foi você – eu e toda a humanidade – que pedimos por uma vida equilibrada, com menos turbilhões emocionais, com paz, com alegria, com assertividade e realização dos sonhos.

Quanto maior é o seu processo de busca pela autotransformação, maior é a transformação. E ela começa internamente. Vivemos um momento de alta intensidade neste processo. Precisamos reforçar a fé em nós mesmos, no processo.

Cada vez mais listar o que nos faz feliz, como desejamos nossa vida e por que. Participar de processos de autoconhecimento para refinar cada vez mais esta visão de futuro. Porque o futuro – assim como o passado – não passam de uma idéia que existe dentro de você. Tudo que existe – passado, futuro, tempo, espaço, pessoas, mundo, memórias, crenças, auto-imagem – já comprovou a física quântica, não passam de idéias que existem dentro de você. E é você que muda quando desejar. Quanto mais rápida, profunda e avançada for esta transformação, as transforma-ações acontecerão dentro de você.

A solução é reforçar a sintonia com valores, identidade, missão e visão sobre si mesmo a cada momento. É assim que vamos determinando para onde vamos. Aceitando o divino processo que acontece internamente, pois o desconforto não vem da transformação, mas sim da resistência, da tentativa de controlar e entender o que é tão somente um processo natural atendendo ao seu próprio pedido.

Abençoe seus órgãos, suas emoções e, principalmente, seu sistema nervoso central e coloque-se a disposição deles, da vida e da existência para ser quem você realmente é e assumir sua Mestria neste exato momento.

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