O QUE QUER O QUERER?

 
 
O que quer o querer?
 

Não sei mais de nada. 

Penso que cansei de filosofar, de analisar, de querer entender... 
De criar histórias, dramas, problemas... 

É difícil demais se deparar com a vida pela vida. Com um caminho simplesmente onde há direções, destinos e todos são bons. E o senso de direção, o discernimento de saber onde se quer chegar e se aquele caminho é coerente, sempre existem, a gente é que só escuta quando quer. 

Então, quando a gente se depara com a vida pela vida, não tem mais do que reclamar, não tem dúvidas, não tem medo, não tem urgência de respostas, nada. 

Talvez isso seja até um motivo de dor. Um vazio de caos ao qual não estamos acostumados. Um silêncio onde a gente só escuta a alma, o coração, o nosso querer. E nosso querer de verdade é muito simples. 

Nosso querer de verdade não quer uma aliança no dedo, lua de mel em Paris, uma bela casa com piscina e o carro do ano. Nosso querer de verdade quer um cafuné e uma rede com brisa de mar. Não importa de onde vem, quero agora, de graça e sem complicação. 

É isso. Meu querer de verdade quer beijo, abraço, quer sombra e água fresca, quer frio na barriga, quer risadas e rodopios numa dança bem gostosa. Quero minha casa cheia de flores, incenso e amigos. Quero chocolate, quero dizer eu te amo, quero mandar torpedinhos, quero fazer cócegas no meu filho, quero deitar no chão com minha cachorrinha, quero dormir de novo, só mais um pouquinho até a preguiça passar. Quero mar, quero vento no rosto, quero uma caminha com lençol branquinho e macio. 

Quero silêncio só pra perceber que tudo que eu quero já está bem aqui. 

Mas falta com quem dividir. Sim. Meu querer quer um bem querer. Não precisa ser num cavalo branco, não. Fecho os olhos e vejo um sorriso largo, leveza, um olhar malicioso, uma conversa bem gostosa, um abraço quente e mãos sobre as minhas. Bem... Será que preterimos isso tantas vezes ao caos das expectativas inatingíveis? 

Que tal sair por aí? O que o querer de verdade quer é aventura, é sonho, é coragem de simplesmente querer sem culpa de querer, coragem de querer e receber, de querer e ver que a gente só não pega o presente porque não quer querer de verdade.

 


 

Sentir, pensar e agir em harmonia.

Nossas maiores estruturas são o corpo, o propósito e as relações.
  • Relações dentro do corpo entre suas partes e com os corpos mental, emocional, energético;
  • Relação entre seus arquétipos (aspectos de personalidade e papéis sociais);
  • Relações intra e interpessoais.
  • Fluxo em todas as áreas da vida, se retro-alimentando.

Realinhamos estes elementos, de forma sistêmica e multidimensional, para retomar o fluxo da vida e da realização.Viver como num jogo de xadrez, calculando o próximo passo, controlando e administrando reações, gera tensão e compressão.

Sentidos como dores na coluna, articulações, disfunções hormonais, ansiedade, depressão, pânico, obesidade e outros.

Através de dores físicas e emocionais e na vida material, o corpo tenta nos dizer, à todo momento, o que é necessário.

Nosso cérebro assemelha-se a um hardware que opera com softwares (programações). Desinstalamos juntos este software  e instalamos a programação atualizada.

Considerando que nosso software está instalado em rede com o todo, a transferência de dados é ininterrupta e transforma cada célula nossa em cada segundo, sofremos interferências de forma passiva e impotente várias vezes ao dia. As emoções provocam descargas, com emissão de ondas e direito a curto circuito e arquivos fantasmas, vírus e bugs variados.

Somente quando você toma conhecimento, você tem poder de intervenção.

Treine suas partes a seu favor. Está tudo dentro de você.  

Todas as realidades sonhadas/ desejadas já são reais em alguma dimensão de você.

Materializamos a realidade da dimensão que mais alimentamos.