Quando recusei receber o amor

Vocês não conhecem, de fato o que é o amor.

Vocês conhecem paixão, posse, carência... Mas não o amor.

Só conhecem o amor idealizado.

E isto não é, nem de longe, amor.

Pois só conseguem sentir o amor em momentos em que sintonizam com o amor pleno, incondicional, a si mesmos.

Não permanecem nesta vibração tempo suficiente para vivenciar isto numa relação amorosa de casal.

Ficam preocupados em fazer o certo, agir sob o amor idealizado, mas isso ainda é o ego querendo ser amado e aprovado.

Ou seja, você ainda não se dá amor. Ainda aguarda que alguém o dê.

O amor real é algo que não cabe dentro de alguém, ele transborda, é um fluxo, assim como o rio que segue em direção ao mar.

Ele vai, invariavelmente, encontrar meios de existir. E ele só existe quando doado.

Pessoas que amam bicho, mas não amam gente; amam dinheiro, mas não amam gente; amam trabalho, mas não amam gente; amam uma causa , mas não amam gente; amam a espiritualidade, mas não amam gente; amam os necessitados, mas não amam quem estão seu lado.

Seria isto amor?

Claro que não.

É apenas uma forma de existir acreditando que  sente amor.

Quando falo de amar, amar é deixar ser.

Amar é honrar a divina presença de alguém tal como ela é.

Mas o que acontece?

Os conflitos prendem muito mais um perto do outro do que o amor. Porque o amor transcende barreiras, ele existe e só.

E como vocês estão sempre em sintonia com ego, com os apegos, com a necessidade de fazer o certo, de ter aprovação, nem que seja divina (o que não tem cabimento porque Deus está dentro de vocês), então vocês mantém as relações conflituosas e deixam o amor passar, deixam o amor ir embora.

Às vezes ele vem travestido de alguém que você julga ter defeitos demais pra você. Ou você pode não ser bom o suficiente para ela, tem medo de magoar. Ou, se é muito bom, você procura defeitos até encontrar. E encontra. 

Porque, afinal, o outro é apenas seu espelho.

Porque você só vê o outro idealizado. Você nunca parou pra se ver no outro e pra perceber que ele se vê em você.

Tudo que ele pensar sobre você, é o que ele é.

Tudo que você pensar sobre ele, é o que você é.

Mas o que se tornam quando estão juntos, em paz e felizes, independente se há uma tempestade lá fora ou mil problemas, isso é o que são em essência e mais: É o que constroem, como entidade casal, em essência.

E vocês vão vivendo assim, fugindo do amor.

Pedindo amor.

Exigindo provas cada vez mais capciosas.

Não se perdoam pelos amores que acabaram. Porque estão fechados para receber o novo. O ego domina querendo lhe mostrar que não é bom amar. Quem tem, pode perder. Mas quem não tem ilusão de posse, não corre risco de perder. 

Obviamente vocês atendem o ego que quer mostrar que não, ali não há amor.

Então vamos procurar em outro lugar.

Ou então: desisto de viver o amor. Uma grande, enorme mentira.

Simplesmente não é possível desistir de viver o amor. A não ser que você decida morrer e é isso que muitos de vocês fazem. Por isso começam a manifestar depressão, medo, ansiedade, problemas de fígado, tumores, fibromialgia. Tudo é escolha pela não vida.

Pois amor é vida. E vida é amor.

Como podem escolher viver a vida sem amor? Ou terem ilusão de que podem vivenciar só um tipo de amor?

Isso não é possível.

Se você está aberto, está aberto.

Se está fechado, está fechado.

Se está meio aberto, está fechado de forma inconsciente. Você não quer receber amor e precisa assumir isto.

Você diria: Não, é o contrário.

Não. Não é. E isto não é uma opinião, é uma lei universal. Não pode existir fluxo onde se impões fatores seletivos, intervenções.

Quero amar meus amigos, família e missão, mas não quero amor de casal,

Ora! Então você nem mesmo é capaz de amar, sabia?

Pois o amor de casal, nada mais é do que um amor como outro qualquer, com tempero de atração sexual.

Esta atração sexual serve para que possam, magicamente curar-se um ao outro de forma mais rápida e equalizarem suas energias, através da cura sexual.

E o que vocês fazem?

Em plena encarnação na terra, decidem viver sem sexo.

Ou decidem subir a energia kundalini, se tornando cada vez mais lunáticos.

Ou seja, sempre e sempre, vocês querem mudar as leis universais.

Quando na Cabalah se fala em obediência x livre arbítrio, é porque sim, você tem o livre arbítrio. Assim como tem de não beber água, se quiser.

Mas você terá saúde e alegria? Não. Porque está contra as leis universais.

Mas se você obedece a Lei, então você flui e recebe.

Se você não se pergunta por que amo e se deve amar, então há espaço pro amor.

O primeiro passo é apenas aceitar que você não ama.

O segundo é se amar mesmo assim.

O terceiro é não pensar mais no que fazer e só decidir estar na Lei.

Aproveite a pré Páscoa e lembre de todo o percurso - não do sofrimento, porque isto é uma grande mentira que contaram a vocês-, mas do amor.

Não do amor do Cristo se crucificar.

Mas do amor da vida sobrepondo a morte no momento em que ele se rende.

Do amor de Maria e de Madalena ali, energizando seu amado ao invés de ir cobrar algo a alguém. Até que o amor trouxesse de volta a vida.

Pensem nisso.

Deixem que o fluxo livre do amor traga de volta a vida à sua vida.

Vivencie a Páscoa, ao invés de apenas passar por ela. Comece agora.

Nada mais que novas escolhas.

 

Energia amparadora do 5o Raio - Raio da Cura, da saúde e da verdade da Lei. 

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